Portugueses,
Sou um cidadão português que não pode ficar indiferente perante a pobreza e a fome para que foram atiradas milhares e milhares de famílias pelo governo de Portas e Coelho, assumindo, aqui e agora, este compromisso de cidadania plena que é a minha candidatura à Presidência da República, pedindo a todos o apoio moral indispensável, mas também que sejam pródigos no financiamento da minha campanha eleitoral.
O documento com os detalhes de todas as minhas propostas para o desenvolvimento socioeconómico e cultural de Portugal estará disponível neste mesmo blogue, onde agora vos escrevo, a partir de 1 de julho de 2015, para consulta livre e pública, porém aproveito este ensejo para lançar na blogosfera meia dúzia de grandes ideias do meu programa político para uma década, dando assim oportunidade aos meus primeiros apoiantes de se adiantarem no estudo, que se quer profundo e refletido, do meu pensamento republicano.
No campo da instrução pública, tudo farei para que a partir de 1 de janeiro de 2017 a percentagem de população adulta possuidora de habilitações académicas de grau igual ou superior a Doutoramento ultrapasse a fasquia dos 99 %.
Os conteúdos, as competências, os objetivos, as metas e as aprendizagens oferecidas pelas escolas C + S e profissionais serão, por força de lei ordinária, de uma facilidade atroz, abandonando-se a escala de avaliações abrilista, de 1 a 5, que pretendia nivelar por baixo, e restaurando-se a escala napoleónica, de 0 a 20, com a ressalva de serem proibidas classificações inferiores a 17 valores, promovendo-se assim um nivelamento por cima.
Para quem votar em mim, a problemática da sustentabilidade do sistema de reformas e pensões da segurança social passará a ser uma falsa questão. Se o dinheiro algum dia faltar no sistema, prometo que vou buscá-lo, em nome do povo, ao Orçamento Geral do Estado, e, se algum burocrata me fizer frente, não hesitarei um segundo antes de mandar avançar os tanques de guerra, puxando dos meus galões de Chefe Supremo das Forças Armadas.
É inconcebível para mim, que sou uma pessoa humana, que um só dos meus concidadãos passe fome em Portugal neste primeiro quartel do século XXI! Darei ordens ao governo para que se institua um rendimento mínimo garantido per capita nunca inferior a 2 500 euros por mês. Os padeiros e os grandes capitalistas dos hipermercados poderão ser penalizados com termo de identidade e residência se, sem justa causa, recusarem, a um qualquer vulgar cidadão com fome e sem dinheiro, o prazer de saborear o pão acabado de cozer em forno de lenha.
Todos os emigrantes, sejam os que abandonaram o país porque lhes apeteceu, sejam os que partiram porque eram pobres, sejam os perseguidos pelo fascismo ou pela santa inquisição, serão incentivados a regressarem a este cantinho à beira-mar espraiado com um subsídio estatal de 10 milhões de euros por família, para que possam refazer com tranquilidade os negócios de que se viram brutalmente esbulhados pelos esbirros da monarquia anacrónica ou pelos lacaios da ditadura salazarista, que nada mais tinham para dar ao povo do que frutos silvestres, raízes e caules subterrâneos!
Abaixo a Troika!
Diz não ao Empobrecimento!
Vota António Pires!
vi este vlog num shopping e gostei muito ainda nao tive tempo para comentar
ResponderEliminarAgradeço a simpatia do comentário. As portas do Palácio de Belém estarão sempre abertas para os amigos que me apoiam desde a primeira hora em que decidi candidatar-me à mais alta magistratura da nação!
EliminarViva a República!